cristianepf
• 25 anos
• Pelotas RS

• 10/04/1983


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•• Cristianepf é:

estranha, facilmente irritável, infantil, egoísta. Fala demais e em uma língua que quase ninguém entende. Come chocolate em quantidades absuras e rói as unhas compulsivamente. Tem um tempo diferente de todas as pessoas normais e sempre o respeita. Tudo e todos que ama, o faz com toda a intensidade. E aquilo que odeia, ignora que existe.

* e isso fui eu quem escreveu, se for copiar, credite!

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• Internet • lost • chocolate • webdesign • photoshop • livros • crônicas • crianças • gatos • dançar • baralhos • magia • cinema • Before Sunrise • Before Sunset • super mario • fazer nada • mirc • sound track • fotografia • the sims • clana • Kate & Sawyer • Leah Kate • Booth & Brennan • bones • fanfics • skaters • invision fóruns • templates • domingos • frio • fanfics nc-17 :)

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Citação

"Descobri que minha obsessão por cada coisa em seu lugar, cada assunto em seu tempo, cada palavra em seu estilo, não era o prêmio merecido de uma mente em ordem, mas, pelo contrário, todo um sistema de simulação invetado por mim para ocultar a desordem da minha natureza. Descobri que não sou disciplinado por virtude, e sim como reação contra a minha negligência; que pareço generoso para encobrir minha mesquinhez, que me faço passar por prudente quando na verdade sou desconfiado e sempre penso o pior, que sou conciliador para não sucumbir às minhas cóleras reprimidas, que só sou pontual para que ninguém saiba como pouco me importa o tempo alheio. Descobri, enfim, que o amor não é um estado da alma e sim signo do zodíaco."

Gabriel García Márquez
Do Livro "Memória de minhas putas tristes"

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A história do livro

O nome dele era Pássaros Feridos. Eu o procurava há muito tempo porque eu e ele tinhamos uma história muito antiga. E estávamos predestinados a nos encontrar naquele dia.

Quando o conheci foi em uma edição que se encontrava na biblioteca da minha escola primária. Na época eu não lia muito bem, tinha um probleminha de concentração. Mas eu era dos 'grandes projetos' como definira certa vez minha professora de educação artística, depois de observar que eu sempre escolhia o desenho mais complicado, o projeto mais impossívelmente grande para trabalhar. Portanto, escolher o maior volume da biblioteca parecia o mais adequado para alguém que nunca tinha conseguido terminar de ler um livro sequer na vida. Obviamente o livro nunca fora terminado, nem os projetos, que sempre me cansavam na metade.

Os anos passaram, eu me formei e continuei me associando na biblioteca da escola primária, até o dia que ela se estinguiu - a biblioteca, não a escola. E dessa maneira, o livro continuava na minha lista de leitura, como um desafio.

Foi na feira do livro de 2008 que o encontrei, enquanto andava entre as bancas. Peguei-o nas mãos, nostalgicamente relembrando todas as vezes incontáveis que tentei chegar ao final dele e rindo ao pensar em como eu me esforçava na época, o que agora não seria esforço nenhum depois de tantos anos e tantos livros.

Folheando com cuidado as páginas amareladas, admirei a arte já antiquada da capa, as marcas de dobras feitas pelo tempo e cada marca que mãos de leitores haviam deixado impressas nele. Verifiquei que tratava-se de uma publicação de 1986, eu tinha três anos nessa época, pouco tempo antes de começar a carregar livros em todos os lugares que eu ia, antes mesmo de saber ler.

Imaginei qual seria a história desse livro. Qual caminho ele teria percorrido durante todo esse tempo desde sua publicação até a chegada em minhas mãos, onde permaneceria seguro e guardado na minha biblioteca. Como teria sido tratado, quantas vezes teria sido lido, quantos teriam conseguido chegar ao final dele. Teria sido considerado importante para alguém como ele era pra mim? Provavelmente não, pois do contrário, ele não teria ido parar em na banca de um sebo, onde o encontrei.

E não, não ele não ficaria comigo até o fim da sua vida e sim da minha vida. Obviamente a história dele não termina em mim, pois é muito provável que ele continue por aqui muito tempo depois que eu já não exista. Então, quem vai contar a história do livro?

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• Enviado por cristianepf em Segunda-feira, Dezembro 22, 2008 às 21:17

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O problema é o dinheiro

Alguns vão querer me corrigir: não é o dinheiro, é a falta dele. Errado. No meu caso, ter dinheiro é o problema. Ok, o que fazer com ele é o problema.

Eu achei que seria uma boa, achei que ter dinheiro ia me deixar feliz por poder pagar as contas e viver paz, mas não estou me sentido em paz no momento. Tudo começou com uma maldita lista! Depois de pagar tudo que você precisa, sobra um pouquinho... e o que fazer com esse pouquinho? E dai se iniciou a maldita lista. Só que a lista sempre fica um pouco maior do que deveria, livros, roupas, bugigangas, tranqueiras, carteira de motorista, médicos (aff), notebook? Em segundos o problema passa a ser falta de dinheiro outra vez.

Resumindo, hoje eu passei horas olhando pro nada pensando qual é minha prioridade. Se vou ficar sem férias, preciso me agradar de alguma maneira. E preciso fazer isso antes que a sobra suma. Afinal, como qualquer pessoa normal eu sou perita em sumir com todo dinheiro em questão de horas.

Como eu disse pra minha mãe a poucas horas atrás: "tenho certeza que não chego ao fim da vida sem passar por um hospício" e ela morreu de rir, mas eu estava falando sério.

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• Enviado por cristianepf em Quinta-feira, Outubro 09, 2008 às 23:25

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Novo template

Depois de 2 anos e 4 meses, novo template. Mas só porque o outro estava meio estragado e eu tive preguiça de arrumar.

Não vou dizer "espero que gostem" aqui porque faz diferença se gostam. Aqui é meu blog. Vão se catar.

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• Enviado por cristianepf em Segunda-feira, Julho 21, 2008 às 01:06

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Quotes da Semana

- Conversa no café da manhã

Roger:
Mana, descobri uma maneira de clonar as pessoas no msn. O programa copia a foto da pessoa, o apelido, a frase depois, só não copia a letra. Ontem me diverti assustando todo mundo achando que eu tinha invadido o pc deles.
Cristianepf: isso é meio velho porque já fizeram comigo. O cara veio com minha foto e disse "não se assuste" e eu respondi "por que eu ficaria assustada?"

Roger ri e fica um pouco em silêncio terminando o café enquanto cristianepf contiua preparando o seu. Até que alguns segundos depois...

Roger: mana, tu é a Mandy.
Cristianepf: Mandy? De Billy e Mandy? Por quê?
Roger: Porque tu é tri ligada, não cai nessas.
cristianepf: é, ela é uma bitch psicótica. Eu gosto dela :D
Mandy: Mandy é a melhor amiga de Billy, tendo uma personalidade que contrasta a do garoto. É uma menina loira, sem nariz, com atitudes e personalidade cruéis, e que possui um grande conhecimento do Sobrenatural. É rude com todos à sua volta, inclusive seus pais. Sua amizade com Billy se baseia na inocência do garoto, que permite ser mandado e escravizado por Mandy. Ela não sente medo, nem amor e são raros os momentos em que se importa com seus amigos ou sorri, e em um desses momentos o fato de ter sorrido numa peça colegial quebrou o equilíbrio do Universo.
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Almoço na casa da tia paterna:

Tio: esses dias eu espirrei e a perereca saiu voando;
cristianepf: *engasga*
Tio: E já caiu dando risada. HoHoHo
cristianepf: *morre*

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• Enviado por cristianepf em Domingo, Maio 11, 2008 às 14:55

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Tempo útil

Você trabalha feito um louco durante a semana. Morto de cansado você torce pra que o domingo chegue logo e você possa se dedicar àquelas coisas que realmente gosta. Quando ele finalmente chega e você tem o dia inteiro pra fazer o que quiser, você faz absolutamente NADA.

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• Enviado por cristianepf em Domingo, Março 16, 2008 às 18:16

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fotos de vitória

Vitória ES

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• Enviado por cristianepf em Terça-feira, Fevereiro 05, 2008 às 00:19

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Laundry and dishes Lyrics

Essa música virou trilha sonora minha e da minha amiga Isa (hoje a gente tá que tá) . Acho tão fofa que resolvi postar a letra. Non ti scordar di me, Isa.

Laundry and dishes (Adrienne Pierce)

I lost my phone
Lost my coffee cup
Make things disappear
Then I make things up
I lost you, then I lost my way
And I make it difficult for you to say the things you want to say

I am right, right in the eye, of the storm, and I am wondering why

I have been watching, oh I I've been watching you
There are so many, so many secrets I’ve been keeping too

Open the coffin, there's nothing inside
There are fake stars shining in the sky
And when I wake up I find I am still dreaming
In the bathtub, the salmon are teeming

Maybe I need to see something grow
See black soil, green shoots
Maybe I need to touch down
I need heavier boots

I have been watching, oh I I've been watching you
There are so many, so many secrets I’ve been keeping too

Somehow the spaces between the words grew
How long till there are no more traces of you

You found my phone, found my coffee cup
You made things appear, as if the rain fell up
Does it come down to laundry and dishes
Do these desires become impossible wïshes

Tradução?

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• Enviado por cristianepf em Sexta-feira, Fevereiro 01, 2008 às 23:52

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